Com passagens pela seleþÒo argentina e por clubes europeus, o meia DÆAlessandro, atualmente, Ú uma das referÛncias do Internacional. Revelado nas categorias de base do River Plate e contratado em 2008 pelo Colorado por cerca de R$ 13,5 milh§es, ele conquistou a Copa Sul-Americana de 2008 e tambÚm o Campeonato Ga·cho de 2009. Em julho, D'Alessandro foi afastado do grupo para fazer um recondicionamento fÝsico.
Mesmo recuperado da forma fÝsica, DÆAlessandro nÒo poderß atuar nas pr¾ximas cinco partidas do Internacional. Isso porque ele protagonizou uma confusÒo com o zagueiro William, do Corinthians, na final da Copa do Brasil. O meia foi julgado e pegou 60 dias de gancho, porÚm, ap¾s recurso, conseguiu diminuir a pena para cinco partidas.
Em entrevista ao
site Justiþadesportiva.com.br, o argentino falou sobre a rivalidade com o GrÛmio, sobre os favoritos para o tÝtulo e garante que a seleþÒo argentina nÒo ficarß de fora da Copa do Mundo da -frica do Sul.
JD û Existiu algum tipo de preconceito por ser argentino, no Brasil?DÆAlessandro û ôNÒo, sempre acontecem coisas do jogo, rivalidade entre brasileiros e argentinos, mas nada fora do normal, e as brincadeiras de sempreö.
JD û Qual Ú a maior rivalidade: Boca Juniors x River Plate ou Internacional x GrÛmio?
DÆAlessandro û ô+ igual. SÒo clßssicos importantes, e fiquei surpreso quando cheguei no Inter pela rivalidade que tem no Gre-Nal. Sem d·vida, Ú muito parecidoö.
JD û Existe diferenþa na arbitragem brasileira para argentina?
DÆAlessandro û ôSempre Ú diferente, seja no Brasil, na Argentina, na Europa. NÒo acho que Ú aqui seja mais rÝgido, mas tem juiz que apita muito, parando toda hora e outros deixam jogar um pouco maisö.
JD û VocÛ jß atuou no futebol europeu (Alemanha, Inglaterra e Espanha), teve alguma dificuldade de adaptaþÒo? Sua meta Ú voltar para lß ou permanecer no futebol Sul-Americano?DÆAlessandro û ôO mais difÝcil Ú morar nos outros paÝses. SaÝ da Argentina, morei na Alemanha, Ú complicado, costumes, lÝngua, mas me acostumei com o tempo. Aqui no Brasil, o costume Ú muito parecido, a comida quase igual e me adaptei com o idioma. O argentino tem facilidade de falar portuguÛs e eu moro com a minha famÝliaö.
JD û Como estß o ambiente no Internacional ap¾s a perda de dois tÝtulos seguidos (Copa do Brasil e Recopa)? A "fase ruim" jß passou?DÆAlessandro û ôUma fase difÝcil, porque tÝnhamos muito foco na Copa do Brasil, chegamos Ó final, infelizmente perdemos e perdemos a Recopa tambÚm. Mas o futebol cria novas possibilidades, estamos bem no Brasileiro, na zona da Libertadores. O futebol brasileiro dß oportunidades de continuar trabalhando, melhorando e dando a volta por cima em pouco tempoö.
JD û Sabe-se que a seleþÒo argentina nÒo vive uma boa fase, para vocÛ o que falta para Diego Maradona dar um "padrÒo de jogo"? VocÛ ainda pensa em voltar a defender a Argentina?DÆAlessandro û ôAcho que estß em um processo de crescimento, mas estamos bem. Temos jogadores importantes, experientes, que atuam na Europa. NÒo ficaremos fora da Copa. Aconteceram alguns resultados ruins nas Eliminat¾rias e darß tudo certo, tenho certezaö.
JD û Sabemos que o Internacional Ú um dos candidatos ao titulo brasileiro de 2009. Na sua opiniÒo quais clubes podem atrapalhar a conquista colorada?DÆAlessandro û ô+ muito cedo para dizer, mas o Palmeiras, SÒo Paulo, AtlÚtico/MG e o Goißs. Todos os times que estÒo em cima na tabela e nÒo querem descer, querem terminar com o tÝtulo na mÒoö.
JD û Recentemente, vocÛs disputaram a Copa Suruga, no JapÒo. O que vocÛ achou da competiþÒo? Foi importante a conquista?DÆAlessandro û ôAtrapalha um pouco, porque ficamos jogos atrßs dos adversßrios. Mas ganhamos a Sul-Americana e terÝamos que jogar. Eu nÒo fui, mas foi importante porque foi mais um tÝtulo e Ú sempre bomö.