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30/10/2009

Garotada tem vez na arbitragem

Um dos bons exemplos é o carioca Rodrigo Sá Nunes de 30 anos, chamado de “mosca branca”

WELLINGTON CAMPOS Wellington Campos
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O Presidente da Comissão de Árbitros da CBF, Sérgio Correa, tem feito um bom trabalho de renovação da arbitragem brasileira como determinou Ricardo Teixeira. Ao lado de Manoel Serapião Filho e Luiz Cunha Martins, jovens valores são lançados nas quatro divisões do nosso futebol e já tem gente se destacando. Hoje são dezoito apitadores numa faixa etária de 32 anos e quatro meses de idade. Tem gente de todo o Brasil. A garotada tomou gosto pelo apito que dá destaque e algum dinheiro também.

Um dos bons exemplos é o carioca Rodrigo Sá Nunes de 30 anos, chamado de “mosca branca”. A expressão significa que nasceu para a função. Ainda do Rio de Janeiro temos Péricles Bassol, Sandro Ricci do Distrito Federal, André Castro de Goiás, Francisco Nascimento de Alagoas.

Pernambuco vem fazendo um excelente trabalho de revelação de árbitros. Posso citar Nielson Dias, Claudio Mercante e aos 32 anos Ana Karina Marques foi destaque na Copa do Brasil Feminino. No Mato Grosso temos Wagner Reway de 26 anos. Seguindo com essa boa arbitragem terá muito tempo pela frente. A FIFA insiste que a arbitragem precisa ser mais jovem, com boa cultura e principalmente fôlego para acompanhar a velocidade do futebol de hoje.

O torcedor pode começar a se acostumar com esses nomes aqui. Eles estarão sempre nas escalas. Os erros vão continuar, mas a idéia é diminuí-los. Hoje ficou muito difícil não analisar os lances dos jogos sem os olhos da TV. Azar dos árbitros que terão de se adaptar também com isso.

No dia 1º de novembro viajam para a Bolívia o mineiro Ricardo Ribeiro e o catarinense Carlos Beckembrock. Vão apitar no Sul americano Sub15. Também são árbitros da nova geração no quadro internacional da FIFA. Vão ganhar muita experiência com o torneio.

Enquanto isso, a vida de botafoguense não é fácil. Sempre prejudicado pelos erros das arbitragens, no clássico do último domingo no Engenhão diante do Flamengo eis que Luiz Antonio Silva Santos apita um pênalti inexistente a favor do Botafogo. Além de o meia Lúcio Flávio perder a penalidade nos braços do goleiro Bruno, o árbitro foi suspenso por uma rodada pela marcação equivocada. Deve ser por isso que dizem por ai: - Tem coisas que só acontecem ao Botafogo.

Sem perder a oportunidade. O grande goleiro Rogério Ceni falar em perseguição do Simon contra ele foi uma chance e tanta de ficar calado. Calma Rogério Ceni!

 

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