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O mercado esportivo Ú um dos mais promissores da economia mundial. Tal segmento abarca qualquer tipo de neg¾cio gerado por atividades ligadas ao desporto, como por exemplo, licenciamentos, patrocÝnios, comercializaþÒo de direitos de TV, passes de jogadores e realizaþÒo de eventos em geral, dentre outros.
Este promissor mercado pertence Ó industria do entretenimento, sendo este o setor responsßvel pela maior movimentaþÒo de dinheiro e pelo maior n·mero de empregos no mundo.
Em 2006, foram gerados, entre neg¾cios diretos e indiretos cerca de U$ 400 bilh§es, pouco mais de U$ 1 bilhÒo por dia. Nos Estados Unidos da AmÚrica, o segmento esportivo participa com 4% do PIB. O Brasil Ú o quinto maior mercado do mundo e mesmo em crescimento, a participaþÒo nesse segmento representa 2% do PIB.
Tal fato indica que hß muito espaþo para crescimento do segmento no paÝs. Contudo, as oportunidades que estÒo surgindo s¾ poderÒo ser de fato aproveitadas se existirem profissionais qualificados e muito bem preparados.
Dessa forma, levando-se em conta os aspectos negociais do Desporto, Ú certo que estes necessitam de assessoria jurÝdica amplamente qualificada, a medida que nÒo podemos mais ignorar que as atividades esportivas transcenderam seus objetivos meramente competitivos e passaram a ser vistas como atividade econ¶mica.
Na visÒo de Roberto Armelin, advogado e Diretor JurÝdico do SÒo Paulo Futebol Clube, o Desporto Moderno Ú constituÝdo pelo ôindissocißvelö bin¶mio ôcompetitividade-lucroö.
Competitividade Ú a participaþÒo nas competiþ§es em condiþ§es suficientes para vencer ou pelo menos disputar a vit¾ria. Lucro Ú o resultado financeiro positivo do investimento.
Existem basicamente, trÛs fontes de financiamento para o esporte, o financiamento proveniente dos participantes e consumidores, os investimentos de mÝdia e os recursos p·blicos.
As entidades esportivas possuem plena capacidade de garantir o financiamento de suas atividades, seja por recursos provenientes do Estado, seja por recursos da iniciativa privada.
Pedro Trengrouse de Souza, advogado e Superintendente Geral da FederaþÒo Bahiana de Futebol, afirma que o papel do Estado pode ser residual e subsidißrio, pois atuaria como facilitador para que haja obtenþÒo de recursos na sociedade atravÚs, por exemplo, de incentivos fiscais.
O financiamento privado advÚm dos direitos de acesso (ingressos na bilheteria), imagem e patrocÝnio.
A bilheteria jß foi a ·nica fonte de renda privada do desporto e hoje nÒo representa mais do que 10% dos recursos dentro do mercado mundial, exceto no Brasil, onde a bilheteria ainda Ú uma grande fonte de renda.
As transmiss§es televisivas trouxeram para o esporte grande volume de recursos, sendo hoje uma das principais fontes de lucro. Com a televisÒo, a incidÛncia de patrocÝnios aumentou significativamente.
Por tudo isso, assessoria jurÝdica de boa qualidade Ú indispensßvel para o atual modelo de atividade econ¶mica gerada pelo Desporto.
Nesse primeiro artigo de uma sÚria ligada ao Desporto como business, pretendemos apenas demonstrar os aspectos gerais dessa fascinante matÚria, deixando claro que as oportunidades geradas com o crescimento do desporto, precisam ser desfrutadas por profissionais bem preparados e altamente qualificados. Nosso objetivo Ú fornecer as ferramentas necessßrias para o profissional atuar nesta ßrea de forma eficiente, visando a persecuþÒo total dos objetivos por ele almejados.
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