A crise parece ter se instalado no estádio Renatão, em Campina Grande, na Paraíba. Nesta última quinta-feira, dia 19 de novembro, os jogadores do Campinense sequer treinaram para o duelo de sábado contra o ABC/RN, pela penúltima rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O que se viu no local foi os jogadores sem o uniforme de treino na entrada do clube, à espera do presidente Saulo Minah. O objetivo era um só: uma explicação para os salários atrasados, que já chegaram ao terceiro mês.
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Segundo informações do site Futebol da Paraíba, os jogadores do Campinense, time já rebaixado para a Série C de 2010, decidiram não treinar enquanto não recebessem explicações do presidente do clube à respeito do pagamento dos salários atrasados. Assim que chegou ao clube, Saulo Minah se reuniu com todo o elenco e o treinador Freitas Nascimento no vestiário do Renatão.
O dirigente informou após a reunião que a diretoria tentará resolver a situação até antes da partida contra a Portuguesa, na última da Série B. Depois de ouvirem as palavras do dirigente e a promessa de que o problema seria resolvido, mesmo com a afirmação de que os salários não seriam recebidos nesta semana, os jogadores tiveram uma longa conversa entre eles nos vestiários após quase hora após de debates acabaram resolvendo dar mais um crédito ao clube.
Depois de um dia de conversas e clima tenso, as atividades retornaram ao normal na manhã desta sexta-feira, dia 20, no estádio Renatão. A viagem do Campinense para a cidade de Patos, onde enfrenta o time de Natal, aconteceu após o almoço. O clube não poderá exercer seu mando de campo depois que o clube foi punido no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), após um capacete ser arremessado em campo em jogo anterior.
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