 |  |  | | | Advogada Tânia Serra defendeu o jogador no STJD | |
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Ter o seu nome na pauta do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) não trouxe maiores problemas para o zagueiro Moacri, do Brasiliense. Julgado pela Terceira Comissão Disciplinar nesta quarta-feira, dia 4 de novembro, o jogador foi suspenso por uma partida, em decisão por unanimidade de votos. Por já ter cumprido automaticamente a suspensão, o jogador poderá atuar na próxima rodada, contra o São Caetano.
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Moacri foi expulso em jogo contra o Guarani. De acordo com a súmula da partida, o camisa 3 do Jacaré deixou o campo aos 43 minutos da etapa final, com a apresentação do segundo cartão amarelo, após calçar o camisa 15 adversário, Carlos César, durante uma disputa de bola. O atleta lesionado chegou a receber atendimento médico, mas voltou a atuar normalmente no jogo. Por conta da infração cometida, o atleta denunciado respondeu por praticar ato desleal ou inconveniente – artigo 250 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) -, que estipula suspensão de uma a três partidas.
Durante o julgamento, a advogada do Brasiliense, Tânia Serra, ressaltou que o zagueiro foi expulso em decorrência do segundo cartão amarelo e que não teve a intenção de atingir seu adversário. Ela ainda lembrou aos auditores que Moacri foi expulso já nos minutos finais da partida. A defesa pediu a absolvição do jogador ou então a pena mínima do artigo 250. Os auditores optaram pela segunda opção.
Com a derrota por 2 a 0 para a Ponte Preta nesta rodada, o time candango estagnou na 13ª colocação, com 41 pontos. Na próxima terça-feira, dia 11 de novembro, o adversário é o São Caetano, em casa, pela 35ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.
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