Mesmo com a vitória sobre o Santos, que fez com que o Flamengo dormisse no G-4, o humor dos dirigentes do Flamengo não era dos melhores. Tudo por conta da atuação do árbitro Nielson Nogueira Dias (PE), a quem o vice-presidente de futebol do clube, Marcos Braz, o chamou de canalha. O cartola também se mostrou insatisfeito com a atitude da diretoria do Barueri, que afastou dois jogadores na véspera da partida contra o São Paulo.
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Braz diz ter ficado apavorado com o veto do goleiro Renê e do atacante Val Baiano, dois dos principais jogadores do time paulista e após a partida diante do Santos insinuou um favorecimento ao São Paulo nesta reta final de Campeonato Brasileiro.
“Dois jogadores que jogaram contra o Flamengo há quatro dias atrás, hoje não foram postos em campo. Se a diretoria confia no jogador e ele disse que não recebeu a mala, acho que poderiam ter entrado em campo. Agora, isto me preocupou e me apavorou. Mas não podemos falar nada”, disse o dirigente flamenguista.
Por conta desses acontecimentos, que movimentam a reta final da competição, Marcos Braz cogita até a volta do mata-mata. Para ele, este tipo de regulamento atual, pontos corridos, permite a este tipo de situação.
“Por isso que se tem que pensar seriamente para voltar o mata-mata, porque senão perde o controle. A estrutura está dentro e fora de campo. Tecnicamente, mata-mata não é o ideal, mas precisamos fazer uma análise. Na NBA, que gira em bilhões em negócios, há os playoffs e ninguém reclama”.
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