O basquete brasileiro tenta reencontrar o caminho e mais um passo será dado nesta sexta-feira, dia 23 de outubro, quando o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) iniciará suas atividades, com o objetivo de enquadrar a modalidade nas leis desportivas. O segundo passo agora é buscar uma parceria com a Liga Nacional de Basquete (LNB), responsável pela organização do Novo Basquete Brasil (NBB), o Campeonato Brasileiro.
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Como a competição tem apenas a chancela da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), as questões disciplinares ficam a cargo da própria LNB, que tem uma comissão específica para isso, formada pelos próprios clubes. Porém, o presidente do STJD do basquete, Fabrício Dazzi, busca uma parceria.
“A princípio iremos julgar apenas os campeonatos promovidos pela CBB, mas estamos buscando o entendimento com o NBB para que a gente funcione como a segunda instância deles, o que ainda não está resolvido”, explicou Dazzi ao site Justicadesportiva.com.br.
Mas logo na sua primeira sessão da história, o STJD tem pela frente um processo bastante polêmico, que pode tirar do NBB nada mais que o melhor jogador em atividade no basquete brasileiro, Marcelinho Machado, que pode pegar uma suspensão de 270 dias mais 19 partidas pela confusão que se envolveu numa partida amistosa contra o Joinville. (Entenda aqui).
O STJD do basquete funcionará na sede da CBB, que fica na Avenida Rio Branco, 245/16º andar, no Centro do Rio de Janeiro. A sessão da Primeira Comissão Disciplinar na sexta-feira está marcada para 11h, com a presença do jogador do Flamengo, que irá prestar depoimento para esclarecer a confusão.
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