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27/06/2009 - 07h37

Ariel defende compatriota Maxi

Para argentino do Coritiba, "macaco" não é palavrão, assim como para atacante do Grêmio

RAPHAEL PETERSENRaphael Petersen
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 Para Ariel, Maxi não teve intenção de ofender

A rivalidade entre Brasil e Argentina é antiga e a provocação é contínua. O último caso envolvendo brasileiros e argentinos aconteceu na quarta-feira, 24 de junho, no duelo entre Cruzeiro e Grêmio pela Libertadores. O “hermano” Maxi Lopes foi acusado de chamar o cruzeirense Elicarlos de “macaco”, o que gerou confusão e polêmica.

Depois dos companheiros de time e do técnico Paulo Autuori saírem em defesa do argentino, foi a vez do compatriota Ariel, que atua no Coritiba, se pronunciar a favor de Maxi. Na visão do atacante do Coxa, o gremista não quis ofender ninguém, por, talvez, não conhecer o significado da palavra. 

“Macaco não é nada. Não sei o que aconteceu no jogo, mas, no meu entender, macaco não é um palavrão. A imprensa que fala muito e cria isso. Ele (Maxi), pela pessoa que é e pelo que conheço, não sabe o que é e não fez por mal”, declarou Ariel ao site Justicadesportiva.com.br.

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Após o ocorrido e de ir parar na delegacia, Maxi Lopes disse que a discussão em campo é normal e reafirmou desconhecer a palavra citada por Elicarlos. “Na delegacia, o policial me perguntou e eu disse que não conheço essa palavra. Falo pouco português. Em nenhum momento usei esse termo”, declarou o gremista em entrevista coletiva.

Ainda em defesa de Maxi Lopes, Ariel revelou que, no futebol brasileiro, os argentinos sofrem mais com os zagueiros do que os próprios brasileiros. “O tratamento aqui é muito diferente. Não é fácil jogar no Brasil e eu sofro com os marcadores, mas estou grato de poder jogar no futebol brasileiro e quero fazer muito mais pelo Coritiba”, afirmou o camisa 37 do Coxa.

O Justicadesportiva.com.br acompanha o futebol brasileiro de norte à sul.

 

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